6/28/2012

Será que não dá pra entender que esse é o ÚNICO lugar que eu tenho pra escrever sem ser julgado? Por favor, neah...

6/23/2012

Nota de Agradecimento

Bem, eu queria agradecer. Agradecer à D. e a Ar. É sério, não há como explicar o quanto vocês se tornaram não apenas importantes para mim, mas, também, necessárias.
Tenho que admitir que a chegada do inverno abalou meu coração. O frio me machucou, sério. Não é fácil explicar uma sensação, mas eu me sentia frágil, sabe? Como se qualquer frio já me doesse. E doía.
Mas, essa semana, só de conversar com vocês, sabe? E é estranho, porque eu falo tudo o que eu precisar. É difícil falar...
As duas esquentam meu coração. Parece coisa de bobo apaixonado, mas é mais que isso... Me mantém, vivo, sabe? Me curam das mazelas do mundo. E do inverno. E está tudo tão bom com vocês que tenho até medo de ir falar-lhes e estragar tudo! É engraçado, mas é verdade... Meu coração está cheio, em todos os bons sentidos que se exista...
E, D.... E hoje em dia, como se diz eu te Amo!? O simples fato de estar com você, sabe? Não o faço porque tenho medo de te deixar desconfortável, mas até o silêncio ao seu lado me acalenta. Só saber que você está ali, de senti-la... Isso já me basta, já me conforta. E posso ficar feliz.
Não sei se quero ir mais pra frente, se quero fazer mais do que já temos. E acredito que você tenha medo disso. Mas não importa, juro, nenhuma dessas indagações me fazem diferença nessa hora. Só poder te abraçar, poder te ver. Poder ver aquele seu sorriso!
Aquele terrível riso
De Fulana, de mil dentes
(Anúncio de dentifrício)
É faca me escavando
É lindo demais, é isso que é. Eu Amo você. Honestamente. Enfim, se cuida =]
E você tbm, Ar.

Beijos e abraços,
Corram pelados

P.S.: Simulações são lindas!!!

P.S.2: Encerro meu discurso e cedo meu tempo restante à Mesa.

5/13/2012

Monólogos

Volto hoje por sua causa. E única e exclusivamente por sua causa.
"Há muita coisa que eu gostaria de te dizer, mas não sei como". São cinco da manhã, já passou das 3:33... Escrevi um capítulo fajuto hoje. Só por escrever. Mas foi bom. Eu só preciso achar minha fé de novo. E tudo voltará a ser como era antes, sei disso.
D...
Por que você tem que pensar tanto? Por que você tem que complicar tanto? Não é simples? Não pode ser simples? Por que você não pode gostar de mim? Por que você se afasta desse jeito? Por que eu sofro?
Desgraçado, filho da puta, do Carlos Drummond de Andrade. Desgraçado. Te odeio. Peste. Por que diabos você tinha que arruinar minha vida?!?!?!
Eu queria ou poder controlar meus sentimentos, ou minha mente. Assim, se fosse para sofrer, sofria. Se não, não sofria. Qualquer um dos dois, sabe? Se eu sentisse apenas o que eu soubesse que é real, que não é ilusão, não sofria... Ou, se eu apagasse de minha mente a ilusão que o desgraçado do Drummond fez eu ver, eu podia, pelo menos, sofrer de verdade, sem ter o ódio por mim ainda.
Eu me odeio. Me odeio com todas as forças. E o pior é que falei, pensei tanto na D., que (EU JURO), deu um solavanco no estômago quando eu vi que ela estava on-line. Deus me livre. Ela era minha amiga. Só isso. Por que diabos eu tenho que me iludir? E por que diabos a minha consciência de que é pura ilusão não é o suficiente para acabar com a ilusão? Os românticos (até mesmo a D.) diriam que talvez não seja ilusão. Será? Não. É ilusão. Tem que ser. Porque, se não fosse, daria certo. Não é isso?
Eu cresci com Camões, Russo, Seixas, Hebert Viana, etc. Eu cresci acreditando no Amor. Já não acredito mais. E a D. me fala que eu perco tempo não acreditando, tempo que eu podia passar com quem eu gosto. Desgraçada, neah? Se ela soubesse...
É ilusão. Drummond acabou, destruiu, com todo meu conceito de Amor. Com todas minhas ideologias também. Freud ajudou um pouco... A questão é que eu perdi a fé. E eu posso reconquistar a minha fé. Sei disso. Mas eu preciso dela. Se ela não pensasse tanto...
Mas será que ela pensa tanto? Será que não to só tentando me enganar? Porque, convenhamos, é muito mais fácil ela estar se distanciando de mim, ela não gostar mais de mim, do que eu chegar nela e falar. E ficou mais fácil porque eu me iludo. Ilusão consciente. Que bosta, neah?
Eu queria que ela lesse isso. Porra, como eu queria. Queria que ela me amasse. Queria que ela falasse que me ama. Que gritasse! Queria tê-la em meus braços. Por quê? Porque isso ia me deixar feliz. Ia destruir toda a teoria de que ela está se afastando e eu não precisaria me esforçar com ela.
Mas eu ia precisar do mesmo jeito. No instante que eu disse para outra pessoa que não eu mesmo que eu havia mitificado-a, ela se tornara O Mito, superior, brilhante, perfeito. E eu, o sofredor, precário, escroto.
Filho da puta do Drummond.
Será que, sabendo disso, eu posso pular essa fase? Ou me falta confiança? Eu sou muito inseguro, tomar no cú! Isso tudo é insegurança. Eu estar aqui hoje é insegurança. Quem sabe o que teria acontecido, não é?
Eu quero ela.
D., dice que me quieres y yo te regalló él último soplo de mi corazón.
Maldita música. Me fez sorrir. Eu to bobo. Eu quero falar com ela. Eu fico bem, falando com ela. Na moral...
Ó morte, tu que és tão forte, que mata o homem, que bate no cão, que caça o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o sol, que queima a neve, solta o meu pezinho? (eu acho que tem alguma coisa entre o homem e o cão =P)

Eu preciso espairecer

5/05/2012

Desabafos da Madrugada - Sangria

Sangria 






É curioso ver
Esse desespero que me destrói
É curioso ver
Como rogo por aquilo que repudiava
É curioso ver
Como as coisas mudam
É curioso ver...

Essa nossa vida é bem curiosa
E antitética
Acaba por nos confundir
E nos questionar
Afinal...

Por que, se só achamos felicidade
Ao fugir da tristeza?
A felicidade, então
É só mais uma droga?
Inatingível?
Alienante?
Uma fuga da realidade?

Amamos fantasias, especulações,
Simulações, Mitos,
Mas a vida, que deveria ser nossa paixão,
É o maior dos medos

Mitos, medos.
O que é o amor?
É um mito?
É fantasia?
Mais uma?

A morte é a única certeza.
Mais certa, ainda, que a vida
"E no teu beijo
Provar o gosto estranho
Que eu quero e não desejo
Mas tenho de encontrar"

Talvez pior ainda que a morte
Seja o adeus
Porque o adeus traz saudades
O adeus traz dor
Sofrimento
"Só porque é triste o fim".

A felicidade é inatingível,
O amor não existe,
A morte é inevitável,
O adeus também.

E a vida?

A vida, cega, surda e burra
O maior dos mitos que criamos
Poderia ser facilmente comparada
A uma grande criança com uma lupa
E nós, as humildes formiguinhas

Use-a para felicidade, tristeza
Para política, para futebol
Para o tudo, para o nada
Para o bem, para o mal
Não fará diferença.
Diga-lhe perfeita, estapafúrdia
Imprevisível, inalterável
Não fará diferença.
Creia-lhe uma dádiva, uma dívida
Não fará diferença.
Busque-a ou não
Não fará diferença.

Então, de que me importa?
Não se sabe nosso objetivo para com a vida.
Não lhe devemos nada
Ela não nos deve nada.
Por que chorar?
Por que sorrir?
Por que continuar?
Se não consigo mais sentir?

E insistimos no mesmo erro.
Teremos as mesmas ilusões.
Sofreremos as mesmas desgraças.
Penderemo-nos nos mesmos becos escuros.
Mataremo-nos.
Machucaremo-nos.
Mutilaremo-nos.
Uns aos outros
E a nós próprios

Me machuco com esse poema.
Me mutilo,
Me odeio,
Me perco,
Me desespero,
Me arrisco,
Me mato com esse poema.

Uso meu sangue para manchar de vermelho o topo e a base dessa página branca
Para banhar em sangue esse poema estapafúrdio
Essa poema vão, tão vão quanto a própria vida.
Tenho tal atitude para tirar de mim todo o mal.
Faço-me uma sangria com esse poema
Para livrar-me de todo esse veneno que corre por minhas correntes sanguíneas
Todo esse mal que me assola.

Ou não é nada disso.

Uso-me dessa escória de poesia
Para dramatizar uma situação banal
E mostrar para todos uma dor que não é real
Para chamar a atenção mundial
Para a situação mais normal
Tendo meus minutos de fama usual
E uma natureza racional
Dentro de uma civilidade animal






Curioso,
Não?!

4/08/2012

Desabafos da Madrugada

To escutando Chico Buarque. Sambinha daqueles bons só pra distrair a cabeça. A verdade é que eu to cansado. Na boa. To tão cansado. Enfim, conseguiram. Nem discutir política eu quero. Nem escrever eu quero. Nem desabafar eu quero. A única coisa que eu ainda tenho vontade é de pegar uma prancha e ir pra praia, enfim aprender a surfar. Aproveitar pra esfriar a cabeça. Eu preciso disso. Escrevo aqui... Não sei porque escrevo. Sinto que devo, sabe? Só isso. O que fizeram... E não consigo deixar de sentir culpa. Não consigo deixar de me sentir mal. Sem esperança. Com uma vontade braba de chorar. E o pior que o que eu mais queria era um daqueles momentos de sonhos, sabe? Momentos de filmes, de livros, de músicas. Só pra deitar a cabeça no ombro de alguém, sem precisar falar nada, só um instante de conforto. Um instante em que pudesse deixar de lado essas preocupações, essas desavenças, esse desespero e esse desânimo. Eu tento ser feliz, eu tento não me preocupar, ignorar tudo isso e continuar. Mas é difícil. Até lutar está difícil. Ah, que desespero. Nada mais faz sentido. Um único parágrafo. Isso me lembra do conto do André Sant'Anna. No conto (O Importado Vermelho de Noé), o fato de ser um único parágrafo é pra representar a fragmentação da sociedade, do personagem, pra representar a loucura dele. Faz sentido, neah?! Eu só queria paz. E queria falar com ele. Queria que as coisas simplesmente dessem certo, sabe? Ahh, eu to cansado.

3/18/2012

Desabafos da Madrugada

-D., você é religiosa, neah?
-Sim.
-Então, você em acredita em vida após a morte. Não é?
-Sim, por quê? Você não acredita?
-Não sei, ultimamente eu tenho me sentido meio incomodado com isso. Sempre fui, mas agora está pior. Eu acredito que, seu eu analisasse friamente, eu não acreditaria. Mas eu não consigo analisar friamente. Eu tenho um pavor, um horror tão terrível desse nada, dessa não-consciência, desse esquecimento, que toda vez que eu tento pensar sério no assunto, eu logo o repudio da minha mente. E não haver nenhuma comprovação do que há depois acende aquela labareda tímida da esperança, sabe? Eu tinha "superado" esse tipo de horror não pensando no assunto. Mas, desde que minha vó morreu, eu tenho me sentido muito mais frágil. E o pensamento do fim, não só da vida, mas também do colégio, da adolescência, me faz ficar doente. E esse pensamento tem me perseguido. Só de pensar que eu talvez nunca mais veja nem fale com muitos de meus amigos me dá vontade de chorar. E, como a vida sempre se repete, não consigo deixar de pensar que a morte também seja assim, o afastamento de todos, o esquecimento total. Porra, agora mesmo to com vontade de chorar. Essa é a minha fobia. É por isso que eu tento tanto ser sempre feliz, que eu não sei se vou ou quero ficar pra sempre, que eu não sei que curso vou fazer de faculdade. Eu tento pensar sempre no hoje pra apagar a dilaceração em meu peito da nostalgia do ontem e escapar do terrível destino do amanhã. Eu sou fraco e queria sua ajuda.

Ahh, como eu queria saber o que você me diria... Pensamentos jogados ao léu, ao papel, no meio da madrugada. Sou forte demais para permitir que outros se preocupem comigo? Ou sou fraco demais para desabafar para qualquer um que não seja meu caderno? Tanto faz, essas são só mais outras muitas perguntas que não têm respostas. Não sei se é muito ou se é pouco, mas tudo o que tenho é esse papel e essa caneta para guardar minhas dúvidas e lágrimas. Ou talvez escreva isso num silencioso grito desesperado para que alguém (talvez a pessoa em que pensava) encontre e acuda meu sofrimento. Eu sou fraco e queria ajuda, mas não quero que ninguém sofra comigo, porque se esse parceiro não souber (e ele não saberá) as respostas para minhas perguntas, ele sofrerá junto comigo. Ou isso é só uma desculpa para me fazer de vítima?
Não importa. São esses desabafos da madrugada que me mantem são.

Beijos e abraços,
Corram pelados
õ/

P.S.: Escrevi isso na madrugada de ontem, no meu caderno...

P.S.2: "A noite que tudo faz sentido, no silêncio eu não ouço meus gritos"

2/22/2012

Só dando um oi

Bom dia, patota!
Eu fiquei com vontade de postar. Fazia tempo... Ninguém respondeu minhas reflexões hehehe' Galera, não se acanhem o único modo deu saber se vocês gostam ou não (ou se alguém está lendo isso) é vocês comentarem e etc.
Eu não vim aqui falar de nada específico, não, só estive com vontade de postar. Eu tenho trabalho assiduamente para passar na seleção do meu Colégio para poder participar da SiNUS! Entrem, galera, vale a pena conhecer, to apaixonado pelo projeto.
Esses dias o SNN fez dois anos. Ai eu postei umas musiquenhas pra comemorar xD
Eu to apaixonado pela minha sala, também, a THOR! Ô sala linda! Todos meus companheiros são gente boa.
Ah, vim passar só pra dar um oi, mesmo, espero que vocês estejam aproveitando bem esse ano de 2012. Aproveitem, pq é o último xD
Beijos e abraços,
Corram pelados
õ/

P.S.: Quando eu tiver mais conteúdo eu venho aqui falar com vocês de novo ;D